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terça-feira, novembro 22, 2011

Ulcera por pressão


Sumario:
Introdução............................................................... 3
1 Ulcera por pressão.................................................. 4
2 O que é............................................................ 4
3 Causas............................................................. 4
4 Sintomas........................................................... 5
5 Prevenção.............................................................. 5
6 Tratamento............................................................. 6
7 Alguns produtos utilizados para realização de curativos............... 7
8 Atenção........................................... 8
9 Intervenção da enfermagem na prevenção e ação 8
10 Epidemiologia......................................................... 9
11 Bibliografias........................................................ 10
















Introdução:

Vamos agora aprender sobre um tema muito importante e muito visto na nossa profissão, é algo muito interessante, quem nunca teve a oportunidade de ver pode até se sentir estranho e até um pouco confuso, mais é realmente a realidade de muitos dos nossos pacientes que são acamados e dependem muito de nós enfermeiros e de todo a equipe hospitalar em geral e se o mesmo estiver em casa vai depender muito de seus familiares, em fim é um trabalho em conjunto mais muito gratificante.
Vamos ver um pouco sobre o que é ulcera por pressão, suas causas, prevenção, tratamento, sintomas, alguns produtos que são utilizados nas ulceras por pressão dependendo muito do seu grau e da necessidade de cada uma, vamos fazer uma abordagem geral, mais sabendo que tudo mesmo não será possível abordar, mais vamos dar o máximo para que nas próximas paginas esteja explicito o essencial, pois só na pratica e realidade do dia a dia é que vai nos trazer o cuidar em excelência.
A úlcera de pressão pode ser definida como uma lesão de pele causada pela interrupção sanguínea em uma determinada área, que se desenvolve devido a uma pressão aumentada por um período prolongado. Também é conhecida como úlcera de decúbito, escara ou escara de decúbito. O termo escara deve ser utilizado quando se tem uma parte necrótica ou crosta preta na lesão.











1- Úlceras por pressão

2- O que é:
As úlceras por pressão (úlceras de decúbito, úlceras da pele) são lesões cutâneas que se produzem em consequência de uma falta de irrigação sanguínea e de uma irritação da pele que reveste uma saliência óssea, nas zonas em que esta foi pressionada contra uma cama, uma cadeira de rodas, um molde, uma tala ou outro objeto rígido durante um período prolongado.

3- Causas
A pele conta com uma rica irrigação sanguínea que leva o oxigénio a todas as suas camadas. Se essa irrigação for interrompida durante mais de 2 ou 3 horas, a pele morre, a começar pela sua camada externa (a epiderme). Uma causa frequente de irrigação sanguínea reduzida na pele é a pressão. O movimento normal faz variar a pressão, para que a circulação sanguínea não fique obstruída durante um longo período. A camada de gordura por baixo da pele, especialmente sobre as saliências ósseas, atua como uma almofada e evita que os vasos sanguíneos se tapem.
As pessoas que não podem mexer-se correm maior risco de desenvolver úlceras por pressão. Este grupo compreende as pessoas paralisadas, muito debilitadas ou recluídas. São também susceptíveis as que não são capazes de sentir incómodo ou dor, sinais estes que induzem ao movimento. A lesão de um nervo (por uma ferida, uma pancada, diabetes ou outras causas) diminui a capacidade de sentir dor. Um coma também pode diminuir esta capacidade de percepção. As pessoas com desnutrição precisam da camada protetora de gordura e a sua pele, privada de nutrientes essenciais, não se reconstitui corretamente. Além disso, nestas pessoas o risco de desenvolverem úlceras por pressão aumenta.
Se a pressão interrompe o fluxo sanguíneo, a zona de pele privada de oxigénio de início fica avermelhada e inflamada e, depois, ulcera. Embora a circulação sanguínea seja apenas parcialmente interrompida, a fricção e outro tipo de dano da camada externa da pele podem também causar úlceras. Roupas inapropriadas, lençóis enrugados ou a fricção dos sapatos contra a pele podem contribuir para a lesionar. A exposição prolongada à humidade (muitas vezes por sudação frequente, urina ou fezes) pode danificar a superfície da pele, tornando muito provável a úlcera por pressão.


4- Sintomas
Habitualmente, as úlceras por pressão provocam uma certa dor e comichão e nas pessoas com a sensibilidade afetada podem, inclusivamente, desenvolver-se úlceras graves e profundas sem que se note dor.
As úlceras por pressão classificam-se por estádios. No estádio 1 a úlcera não está realmente formada: a pele, intacta, está simplesmente avermelhada. No estádio 2, a pele está avermelhada e inflamada (muitas vezes com bolhas) e a sua destruição começa nas suas camadas mais externas. No estádio 3, a úlcera abre-se para o exterior através da pele, deixando expostas as camadas mais profundas. No estádio 4, a úlcera estende-se profundamente através da pele e da gordura até ao músculo.
Quando a pele se rompe, a infecção converte-se num problema. A infecção retarda a cura das úlceras superficiais e pode constituir uma ameaça mortal nas úlceras mais profundas.
Localizações habituais das úlceras por pressão


5- Prevenção
As úlceras por pressão são dolorosas e podem pôr em perigo a vida do paciente. Prolongam o tempo de convalescença em hospitais ou centros de recuperação e aumentam o custo.
A prevenção é a prioridade máxima e as úlceras por pressão profundas quase sempre podem ser evitadas com uma atenção intensiva dada ao paciente. A prevenção das úlceras implica frequentemente a participação de assistentes e de familiares, além da de enfermeiros. A cuidadosa inspeção diária da pele das pessoas acamadas permite detectar a vermelhidão inicial. Qualquer sinal de vermelhidão indica a necessidade de uma ação imediata para evitar que a pele rebente.

As saliências ósseas podem ser protegidas com materiais moles, como o algodão ou a lã esponjosa. Podem-se pôr almofadas nas camas, nas cadeiras e nas cadeiras de rodas para reduzir a pressão. A quem não se pode mexer sozinho, deve-se mudar a posição com frequência; a recomendação habitual é fazê-lo de duas em duas horas e manter a sua pele limpa e seca. Quem tem de passar muito tempo acamado pode usar colchões especiais (cheios de ar ou de água). Para os pacientes que já apresentam úlceras por pressão em diferentes partes do corpo, o uso de colchões de ar ou de espuma de borracha com relevo em forma de «suporte para ovos» pode diminuir a pressão e proporcionar alívio. Os que têm muitas úlceras por pressão profundas, podem precisar de um colchão com suspensão de ar.

6- Tratamento
Tratar uma úlcera por pressão é muito mais difícil do que evitá-la. Felizmente, nas suas primeiras etapas, as úlceras por decúbito costumam sarar por si só logo que se elimine a pressão sobre a pele. Melhorar a saúde geral tomando suplementos de proteínas e de calorias pode ajudar a acelerar a cura.
Quando a pele rebenta, protegê-la com um parche de gaze pode ajudar a curá-la. As gazes cobertas com vaselina têm a vantagem de não se colarem à ferida. No caso de úlceras mais profundas, o uso de ligaduras especiais que contêm um material gelatinoso pode favorecer o crescimento de pele nova. Se a úlcera parecer infectada ou supurar, enxaguá-la, lavá-la suavemente com sabão ou usar desinfectantes como o iodopovidona pode eliminar o material infectado e morto. No entanto, limpá-la friccionando-a demasiado pode atrasar a cura. Por vezes, o médico precisa de eliminar (desbridar) a matéria morta com um escalpelo (ou bisturi). Em vez deste podem ser utilizados agentes químicos, mas regra geral o seu efeito não é tão completo como o que se obtém utilizando o escalpelo.
As úlceras por pressão são difíceis de tratar. Alguns casos requerem o transplante de pele sã para a zona danificada. Infelizmente, este tipo de cirurgia nem sempre é possível, especialmente nas pessoas de idade, frágeis, que manifestam desnutrição. Acontece com frequência, quando uma infecção se desenvolve no mais profundo de uma úlcera, serem administrados antibióticos. Os ossos situados por baixo de uma úlcera podem infectar-se; esta infecção (osteomielite) é extremamente difícil de curar, pode passar para a corrente sanguínea e propagar-se a outros órgãos, tornando necessário o tratamento com um antibiótico durante muitas semanas.




7- Alguns produtos utilizados para realização de curativos.

Carvão ativado- Indicado para tratamento de lesões infectadas que apresentem odor fétido, a prata desempenha ação tópica bactericida.
Filma transparente semipermeável- Indicado para curativos de fixação de cateteres vasculares, cobertura de incisão cirúrgicas limpas, prevenção de ulcera por pressão e cobertura de queimaduras de segundo e terceiro graus.
Bota de uma - Indicada no tratamento ambulatorial e domiciliarde úlceras venosas de perna e edema linfático, sendo contra - indicada em úlceras arteriais e artério - venosa.
Hidrogel - Indicado para a remoção de crostas e tecidos desvitalizados e necrosados, de feridas abertas por meio de desbridamento autolítico. Deve ser trocado de 24 a 72 horas.
Papaína- Indicada em curativo de úlcera por pressão, na concentração de 2% a 10%, dependendo do estágio da lesão, suas enzimas limpam a ferida tirando a crosta necrótica e sua capacidade infiltrativa.
Ácido graxos essenciais- (age) Indicado no tratamento e profilaxia de lesões e úlcera por pressão isquêmicas e diabéticas deiscência cirúrgicas e lesões de pele com ou sem presença de infecção.
Hidropolímero - Indicado para feridas limpas em fase de granulação com média e pequena quantidade de exsudato. É contra indicado para uso em feridas infectadas, com necrose.
Higrocolóide- Indicados no tratamentos de feridas abertas não infectadas, com leve ou moderada exsudação, prevenção e tratamento de úlceras por pressão não infectadas.
Alginato de Cálcio - Indicado para uso em feridas abertas, sangrantes, exsudativas, infectadas ou não, e lesões cavitárias, onde se deseja estímulo rápido à granulação.





8- Atenção:

Para que se faça a escolha de um curativo adequado é essencial uma avaliação criterioso da ferida. Essa análise deve incluir:
 anamnese com histórico completo do cliente;
 observando suas condições físicas,
 idade e estado geral;
 Existência de doenças de base;
 Uso de medicamentos;
 Localização anatômica;
 Forma, tamanho, profundidade, bordas e condições da pele ao redor da ferida, presença de tecido de granulação, presença e quantidade de tecido necrótico e de drenagem na ferida.


9- Intervenção da Enfermagem na prevenção e ação
A equipe de enfermagem é a mais atuante junto aos pacientes acamados, uma vez que permanecem ao lado do paciente e de sua família tempo integral durante a hospitalização. Por esta razão, os profissionais de enfermagem são os principais responsáveis na prevenção do aparecimento dessas feridas. Porém, sabe-se que a atuação deve ser multiprofissional, pois a predisposição para o desenvolvimento das úlceras por pressão é multifatorial.
Percebe-se a importância do conhecimento de toda a equipe envolvida no cuidado e também do bom senso das unidades de saúde para o controle do problema que pode ser evitado.
Diante do exposto, concluímos sobre a importância da informação e a atualização para os profissionais de enfermagem sobre úlcera por pressão, sua prevenção e tratamento em pacientes acamados, pois somente assim se consegue a excelência no cuidado.
10- Epidemiologia:
Incidência global nos doentes hospitalizados: 29%
Incidência em doentes internados na UCI (Unidade de
Cuidados Intensivos): 33%.
 Incidência em doentes com lesão medular:
 ▲ 34% desenvolvem úlceras de pressão durante o período de internamento inicial.
 ▲ 30-40% desenvolvem úlceras de pressão nos primeiros 5 anos após lesão.
 ▲ 50-80% desenvolvem úlceras de pressão pelo menos uma vez na vida.

A sua existência tem importantes repercussões a nível de morbilidade, mortalidade e gastos em cuidados de saúde:
 ▲ Associa-se a um prolongamento da duração do internamento hospitalar até 5 vezes.
 ▲ Alta taxa de recorrência de 36% independentemente do tratamento ser médico ou cirúrgico.
 ▲ Aumenta o risco de morte 4,5 vezes, comparando com doentes com o mesmo risco prévio de mortalidade, que não desenvolvam úlceras de pressão.
Localizações mais frequentes:
isquiática (24%), sacrococcígea (23%), trocantérica (15%), e calcânea 8(%). Outras localizações incluem maléolos laterais (7%), cotovelos (3%),região occipital (1%), e região escapular 1.






11- Conclusão:

Este trabalho foi muito importante para aumentar e acrescentar coisas novas aos nossos conhecimentos, é um trabalho que abrange um dos pontos fortes da nossa profissão, ter capacidade e saber os devidos conhecimentos de como realizar um bom curativo, quando realizar e o que usar em cada ferida e essencial.
Ao elaborar este trabalho nos fez ter cada vez mais a certeza do que queremos e que realmente estamos no caminho certo, poder cuidar e lidar diretamente com o paciente é fundamental para um ser em enfermagem, capaz de perceber o valor da vida em geral sempre respeitando a vida de uma forma única.



















12- Bibliografias:

 www.manualmerck.net/?id=223 – Portugal
 www.faculdadeobjetivo.com.br/arquivos/PrevencaoDeUlcera.pdf
 monitoriareparodeferid...
 unipaccontagem.blogspot.com
 lojadocurativo.com.br
 cirurgicasantos.com.br
 catalogohospitalar.com.br
 www.actamedicaportuguesa.com/pdf/2006-19/1/029-038.pdf
 www.youtube.com/watch?v=iUtd7zWR5iM
 gus-tl.blogspot.com/2005/02/o-que-so-lceras-de-presso.htm
 rumoaenfermagem.blogspot.com
 www2.eerp.usp.br



Summary:
Introduction ................................................. .............. 3
A pressure ulcer .............................................. .... 4
2 What is .............................................. ..................... 4
Causes ................................................ 3 .................... 4
Symptoms ................................................ 4 ................. 5
Prevention ................................................ 5 ............... 5
Treatment ................................................ 6 .............. 6
7 Some products used to perform curative .......................................... ........................ 7
Care ................................................ 8 ................... 8
9 nursing intervention in the prevention and action 8
Epidemiology ................................................ 10 ......... 9
Bibliographies ................................................ 11 ............ 10
















Introduction:

Let us now learn about a very important topic and often seen in our profession, is very interesting, you never had the opportunity to see may even feel awkward and even a bit confusing, but it is actually the reality of many of our patients who are bedridden and we rely heavily on nurses and all hospital staff in general and if it is at home will depend heavily on their families, in order to work together is much more rewarding.
Let's see a little bit about what and pressure ulcers, their causes, prevention, treatment, symptoms, some products that are used for pressure ulcers in long depending on your level and needs of each one, let's take a general approach, knowing more everything you can not even address, the more we give the best to make explicit in the next few pages is the essential, because only in the practice and reality of everyday life is going to bring us the excellence in care.
A pressure ulcer can be defined as a skin lesion caused by interrupting blood in a given area, which develops due to an increased pressure for a prolonged period. It is also known as decubitus ulcer, bedsore bedsore, or decubitus. The term eschar should be used when you have a black scab or necrotic part of the lesion.











1 - Pressure Ulcers

2 - What it is:
The pressure ulcers (bedsores, skin ulcers) are skin lesions that occur as a result of a lack of blood supply and an irritation of the skin covering a bony prominence, in areas where it was pressed against a bed, a wheelchair, a cast, splint or other hard object over an extended period.

3 - Causes
The skin has a rich blood supply that carries oxygen to all its layers. If the irrigation is stopped for more than 2 or 3 hours, the skin dies, beginning with its outer layer (epidermis). A frequent cause of skin blood flow is reduced in pressure. The normal movement varies the pressure, so that blood flow does not get blocked for an extended period. The layer of fat under the skin, especially on the bony prominences, acts as a cushion and prevents the blood vessels to obscure the video.
People who can not move about at greater risk of developing pressure ulcers. This group includes people who are paralyzed, very frail or incarcerated. They are also likely those who are not able to feel discomfort or pain signals which induce movement. Injury to a nerve (for a wound, a stroke, diabetes or other causes) decreases the ability to feel pain. A coma may also reduce this perception capacity. People with malnutrition need the protective layer of fat and skin, deprived of essential nutrients, not reconstituted properly. Moreover, these people at risk of developing pressure ulcers increases.
If the pressure cuts off blood flow, the area of ​​skin deprived of oxygen initially becomes red and inflamed, and then ulcerates. Although blood flow is only partially interrupted, friction and other damage the outer layer of skin can also cause ulcers. Inappropriate clothing, wrinkled sheets or shoes rubbing against the skin can contribute to the injured. Prolonged exposure to moisture (often by frequent sweating, urine or feces) can damage the skin's surface, making it very likely the pressure ulcer.


4 - Symptoms
Usually, pressure ulcers cause some pain and itching in people with and affected the sensitivity can even develop severe ulcers and deep pain without being noticed.
Pressure ulcers are classified in stages. In stage 1 ulcer is not actually formed: the skin intact, is simply red. In stage two, the skin is red and inflamed (often with bubbles) and their destruction begins in their outer layers. In stage 3, the sore opens to the outside through the skin, exposing the deeper layers. In stage 4, the ulcer extends deeply through the skin and fat to the muscle.
When the skin is broken, infection becomes a problem. Infection delays healing of superficial ulcers and can be life threatening in deeper sores.
Locations of the usual pressure ulcers


5 - Prevention
The pressure ulcers are painful and can endanger the patient's life. Prolong the recovery time in hospitals or rehabilitation centers and increase cost.
Prevention is the top priority, and deep pressure ulcers can often be prevented with intensive attention given to the patient. The prevention of ulcers often involves the participation of workers and families, as well as nurses. Careful daily inspection of the skin of a bedridden person to detect the initial redness. Any sign of redness indicates the need for immediate action to prevent the skin burst.

The bony prominences can be protected with soft materials such as cotton or wool sponge. Can be put pillows on the beds, in chairs and wheelchairs to reduce the pressure. Who can not move alone, must change position often, the usual recommendation is to do it every two hours and keep your skin clean and dry. Who needs to spend much time in bed can use special mattresses (filled with air or water). For patients who already have pressure ulcers in different parts of the body, the use of air mattresses or foam rubber with relief in the form of "support for eggs' can reduce pressure and provide relief. Those who have a lot of deep pressure ulcers, may need a mattress with air suspension.

6 - Treatment
Treating a pressure ulcer is much more difficult than avoiding it. Fortunately, in the early stages, decubitus ulcers usually heal by itself as soon as you remove the pressure on the skin. Improve overall health by taking supplements of protein and calories can help speed healing.
When the skin breaks, protect it with a gauze patch can help to heal it. The gauze covered with petroleum jelly have the advantage of not sticking to the wound. In the case of deep ulcers, the use of special bandages that contain a gelatinous material may favor the growth of new skin. If the ulcer appear to be infected or festering, rinse it, wash it gently with soap or use disinfectants such as povidone iodine can remove dead and infected material. However, clean it by rubbing it too can delay healing. Sometimes the doctor needs to remove (debride) dead matter with a scalpel (or scalpel). Instead of chemical agents may be used, but generally its effect is not as complete as that obtained using the scalpel.
The pressure ulcers are difficult to treat. Some cases require transplantation of healthy skin to the damaged area. Unfortunately, this type of surgery is not always possible, especially in elderly, frail, which manifest malnutrition. It often happens when an infection develops in the depths of an ulcer, antibiotics are administered. The bones located beneath the ulcer can become infected and this infection (osteomyelitis) is extremely difficult to cure, can pass into the bloodstream and spread to other organs, requiring treatment with an antibiotic for several weeks.




7 - Some products used to perform healing.

Activated carbon-Indicated for treatment of infected lesions that have a fetid odor, silver plays topical bactericidal action.
Semipermeable transparent film dressings-Indicated for vascular catheter fixation, cover clean surgical incision, preventing pressure ulcers and burns covering the second and third degrees.
Boot a - Indicated on outpatient care and domiciliarde ulcers and venous leg lymphedema, and counter - indicated for arterial ulcers and arterial - venous.
Hydrogel - Indicated for the removal of crusts and necrotic and devitalized tissue, open wounds through autolytic debridement. Should be changed from 24 to 72 hours.
Papain-Indicated in healing pressure ulcers at a concentration of 2% to 10% depending on the stage of the lesion, its enzymes clean the wound and removing the crust necrotic infiltrative capacity.
Essential fatty acid-(age) Indicated for the treatment and prevention of injuries and pressure ulcers and diabetic ischemic surgical dehiscence and skin lesions with or without the presence of infection.
Hydropolymer - Suitable for clean wounds in granulation phase with medium and small amount of exudate. It is contraindicated for use in infected wounds with necrosis.
Higrocolóide-indicated for treatment of open wounds not infected with mild or moderate exudation, prevention and treatment of pressure ulcers are not infected.
Calcium alginate - Suitable for use on open wounds, bleeding, weeping, infected or not, and cavitary lesions, where they want to stimulate rapid granulation.





8 - Note:

In order to make the choice of an appropriate wound dressing is essential to a thorough assessment of the wound. This analysis should include:
 history with complete customer history;
 observing their physical,
 age and general condition;
 Existence of underlying diseases;
 Use of medications;
 anatomical location;
 Shape, size, depth, edges and conditions of the skin around the wound, presence of granulation tissue, presence and amount of necrotic tissue and wound drainage.


9 - Nursing Intervention on prevention and action
The nursing staff is the most active with patients bedridden since remain beside the patient and his family full time during hospitalization. For this reason, nurses have the primary responsibility in preventing the appearance of these wounds. However, it is known that the action must be multidisciplinary, as a predisposition to the development of pressure ulcers is multifactorial.
We can see the importance of knowledge of the entire team involved in care and also the sense of health facilities to control the problem can be avoided.
Therefore, we conclude about the importance of information and to update the nurses on pressure ulcer prevention, and treatment in bedridden patients, for only thus can the excellence in care.
10 - Epidemiology:
Overall incidence in hospitalized patients: 29%
Incidence in patients admitted to the ICU (Unit
Intensive Care): 33%.
 Incidence in patients with spinal cord injury:
 ▲ 34% develop pressure ulcers during the initial hospitalization.
 ▲ 30-40% develop pressure ulcers within the first 5 years after injury.
 ▲ 50-80% develop pressure ulcers at least once in life.

Their existence has important repercussions on morbidity, mortality and costs in health care:
 ▲ It is associated with prolongation of the duration of hospitalization up to 5 times.
 ▲ High recurrence rate of 36% regardless of treatment is medical or surgical.
 ▲ Increases the risk of death 4.5 times compared with patients with the same previous mortality risk, which does not develop pressure ulcers.
Most common locations:
sciatic (24%), sacrococcygeal (23%), trochanteric (15%), and calcaneal 8 (%). Other locations include lateral malleolus (7%), elbows (3%), occipital (1%), and a scapular region.






11 - Conclusion:

This work was very important to increase and add new things to our knowledge, is a work that covers one of the strengths of our profession, have the ability and know the proper knowledge of how to do a good dressing, and what to use when performing in each wound and essential.
In preparing this work has made us increasingly have to make sure what we want and what we're really on track, to care and deal directly with the patient is essential to be in a nursing able to realize the value of respecting life in general life in a unique way.



















12 - Bibliographies:

 www.manualmerck.net/?id=223 - Portugal
 www.faculdadeobjetivo.com.br / files / PrevencaoDeUlcera.pdf
 monitoriareparodeferid ...
 unipaccontagem.blogspot.com
 lojadocurativo.com.br
 cirurgicasantos.com.br
 catalogohospitalar.com.br
 www.actamedicaportuguesa.com/pdf/2006-19/1/029-038.pdf
 www.youtube.com/watch?v=iUtd7zWR5iM
 gus-tl.blogspot.com/2005/02/o-que-so-lceras-de-presso.htm
 rumoaenfermagem.blogspot.com
 www2.eerp.usp.br

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